Com apenas dois meses, ele precisava de uma cirurgia cardíaca
Pietro Baier, portador de síndrome de Down, tinha um problema no coração que poderia levá-lo à morte
O tapeceiro André Baier, de 45 anos, e a dona de casa Daniele Baier, de 35 anos, são pais de Pietro Baier, que tem pouco mais de 2 anos. Ela relata que, após 13 anos de casados, ela e André não pensavam em filhos, mas algo inesperado aconteceu: “Descobri que estava grávida de três meses e que era um menino. Pietro nasceu no dia 2 de dezembro de 2022.”
Um cromossomo a mais
Pietro nasceu saudável e com um cromossomo a mais, ou seja, com síndrome de Down. Daniele conta que os desafios de uma família atípica começam com o diagnóstico: “O desconhecido assusta. Quando a médica nos deu o diagnóstico, perguntei se ele andaria e falaria e ela me disse que ele poderia fazer tudo que quisesse – até se casar e ter filhos – e que precisaria de muito amor e estímulos.”
Ela conta que “um dos maiores desafios é a desinformação, inclusive a de muitos médicos e profissionais. Conheço mães que não conseguem vaga na escola quando dizem que a criança tem síndrome de Down. O preconceito existe, sim, infelizmente.”
Um “defeitinho” no coração
Aos dois meses de vida, Pietro desenvolveu bronquiolite e broncopneumonia. Ele foi internado e passou 38 dias no hospital. Nesse período, foram realizados muitos exames e um ecocardiograma “detectou dois furinhos e um defeitinho no coração”, descreve Daniele. “Disseram que era muito difícil os furinhos e principalmente o defeito se fecharem sozinhos porque, no local em que estavam, geralmente só cirurgia resolve. Então, era para a gente se acostumar com essa ideia, pois a operação seria necessária”. Segundo os médicos, essa alteração cardíaca é comum em quem tem síndrome de Down.
A Fé como aliada
O casal frequenta a Universal há mais de 20 anos e, por conhecer o poder da Fé, recorreu a ela pela saúde do filho. Em razão das complicações decorrentes do problema cardíaco, Pietro precisou seguir usando medicamentos depois de receber alta médica. Mas, além deles, a família começou a utilizar a água consagrada na Universal. “Usávamos no banho, dávamos para que ele bebesse e ele tomava todos os remédios com a água consagrada”, afirma Daniele. Além disso, a família orava diariamente pela cura dele.
Novos exames
Menos de seis meses após os médicos terem dito que Pietro precisava se submeter à cirurgia, ele foi reavaliado e a médica perguntou se Daniele tinha levado outra criança, pois ele estava com a saúde perfeita. Daniele lembra: “A médica até falou: ‘Pietro, pede para a mamãe falar o que ela fez para que eu possa passar para as outras crianças’. Eu respondi: ‘É a Fé, doutora!’”
Já a cardiologista que viu o exame explicou para a família que é muito raro uma cura como a de Pietro acontecer e Daniele acredita que ela só ocorreu porque Deus foi o maior aliado nessa busca. “A Fé é a ferramenta mais poderosa que temos. Tudo é possível ao que crê, mesmo que não possamos ver a Fé ou que digam o contrário”, assegura Daniele.
Diariamente com Deus
Daniele esclarece que a mesma Fé que curou Pietro é a que acompanha a família no dia a dia diante dos obstáculos que se impõem a uma família atípica. “Temos vencido os desafios da T21 (condição genética que causa a síndrome de Down) com muita Fé e confiando no Criador. O Pietro está muito bem e os médicos e terapeutas sempre nos falam que ele está se desenvolvendo e tem muito potencial. Seguimos as orientações, mas sempre colocando Deus em primeiro lugar e, dia após dia, vemos milagres em cada conquista. O Pietro sentou sem apoio aos seis meses e começou a andar com um ano e nove meses”, declara. Esses dois fatos são grandes conquistas para uma criança com síndrome de Down, uma vez que, geralmente, há um atraso considerável nos marcos de desenvolvimento.
“Estamos sempre usando a Fé e fazendo nosso melhor para que ele vença todas as dificuldades”, diz Daniele, que acrescenta que se sentiu acolhida ao ler o livro Autismo: Entender é a Chave para Amar e Ajudar, de Josi Boccoli. “Somente uma família atípica conhece os desafios de um filho com deficiência, seja física ou intelectual, porém Deus nos dá forças para superar tudo e o Espírito Santo cuida de nós. Somos muito felizes com o Pietro e agradecemos a Deus por tudo”, finaliza.
Cura pela fé
Você também pode usar a fé e obter a cura para si mesmo, ou para um familiar. Participe da Corrente dos 70, que ocorre todas as terças-feiras. Encontre uma Universal mais próxima.
Atenção: A Universal ensina a prática da Fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente.
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